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Venda do Bento

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Aleatoriedades…

Maio 11, 2017

A minha semana merece um Vade Retro em alto e bom som, porque muita coisa vem dando errado desde que este mês começou  – estou doente desde sábado; sábado esse que foi meu aniversário, e eu poderia perfeitamente ter usado um chapeuzinho de papel sobre a cabeça, esperar o grande momento de assoprar as velhinhas sozinha, para celebrar minha existência e blá, blá,blá. No entanto essa data só significa, que  o pior dia dos 365 dias do ano chegou.

Sempre detestei fazer aniversário, não sei explicar só fico profundamente triste neste dia. Além do mais, não acredito que a  passagens das datas comemorativas mudem alguma coisa, como muitos acreditam…

Ficar dentro de casa por tanto tempo me deixa mais irritada e incomoda mais que a dor que sinto. Acredito que meu mau humor tem mais haver mesmo com o fato de que precisei adiar minha viagem; estou precisando urgentemente de um tempo só pra mim, quebrar o ciclo vicioso que me ronda constantemente.

No feriado, estive na minha cidade “amorzinho, favorita tudo de bom” – Pirenópolis, mas certamente o mês já dava os primeiros sinais que não seria legal, ao invés de ficar na cidade, não, a esperta aqui resolveu que iria a Venda do Bento, um restaurante dentro de uma fazenda que na minha opinião já foi incrível, quando era um espaço pequeno – Tem comida boa, porém cara, tem muito verde, e um montão de coisas antigas espalhadas pelo lugar.

Mas agora que cresceu, ficou um tanto impessoal. O lugar ainda é bem familiar, tipo: cheio de pais, filhos e muito choro de crianças que faz qualquer um que não tenha filhos enlouquecer e querer sair de lá rapidinho. Foi o que eu fiz. Porque você procura um lugar para curtir o feriado, colocar as ideias em dias e ficar calma. Mas todavia não foi bem isso que aconteceu.

Bento, tchau e bença, porque não volto nunca mais! Ok! quem sabe em um dia mais calmo, eu volte…


Procura-se quem tenha tempo para vender – O  Reverson, melhor compositor de todos os tempos e meu amigo mais louco, andou puxando minha orelha, porque não andei treinando com meu ukulele. Preciso de umas seis horinhas a mais para fazer tudo o que preciso, e isso é sério.

Precisando fazer uns paranauê, pra acabar com essa mandinga que baixou por aqui, não posso deixar a peteca cair, não é verdade ? – Vade retro!  🙂 

 


Beijo no coração…